Paraísos artificiais


Conto: O 921


Paraísos Artificiais - Paulo Henriques Britto

Créditos: Prof. Manoel Neves

Narrador: narrador protagonista, não nomeado

Personagens: narrador, interlocutor, motorista do 921, delegado, escrivão, Dr. Lustosa.

Tempo: Cronológico, mas indefinido.

Espaço: Urbano: rua, ônibus.

Técnicas usadas: Não há marcas específicas.

Enredo:
Um encontro fortuito entre o locutor (que esperava o 488) e um senhor eloqüente (que esperava o 921) dá origem a várias situações absurdas, que aproximam este texto da narrativa “A metamorfose”, de Franz Kafka.

O 921 refere-se a uma linha que embora se acredite que tenha sido extinta, é esperada pelo interlocutor do narrador-protagonista. O destino do narrador é Pitombas, região situação na periferia carioca.

Enquanto o narrador espera o ônibus, ouve muitos elogios ao Dr. Lustosa, pessoa sugestivamente de grande influência. Aparece o 921 apenas com o motorista-cobrador. Os dois embarcam e inicia-se uma sucessão de equívocos.

O conto a partir daí, irá revelar as inesperadas e absurdas consequencias dessa viagem de ônibus que aparenta não existir para o narrador e que o leva a um lugar desconhecido. No caminho, o sujeito do ônibus morre, ao lado do narrador-protagonista, que, junto com o motorista do ônibus o leva a uma delegacia. O locutor espera relatar o caso e se ver livre de embaraços, mas parece que isso foi só o começo, pois a narrativa se encerra com o narrador sendo conduzido pelo suposto escrivão da delegacia não se sabe para onde.


Estudo dos demais contos presentes na obra Paraísos Artificiais, de Paulo Henriques Britto.


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