Engenharia elétrica

Graduação!


Palavra do Professor


"Aprender é descobrir aquilo que você já sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você!"


"Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes!"

- Paulo Freire

"Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço!"

- Dave Weinbaum

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância!"

- Sócrates

"Triste não é mudar de idéia. Triste é não ter idéia para mudar!"

- Francis Bacon


Engenharia Elétrica

O Brasil iniciou o século XXI às voltas com o fantasma da crise energética. Essa situação mostrou a vulnerabilidade do setor elétrico nacional, mas, também, sua importância estratégica. Sem energia, a indústria e a agropecuária não produzem, o comércio não vende e os empregos desaparecem. Ou seja, sem energia, o país pára. Por outro lado, o setor energético depende da demanda desses outros segmentos para crescer. Na época do apagão, em março de 1999, a população respondeu prontamente ao pedido do governo para economizar energia e, assim, colaborou de maneira decisiva para evitar um cenário ainda mais complicado. Mas, como resultado da queda no consumo, as companhias produtoras e distribuidoras de eletricidade reduziram drasticamente o faturamento – o que ameaçou milhares de empregos.

Hoje, a situação no país é bem diferente. O consumo de energia tem aumentado nas residências, no comércio e na indústria, por conta do bom desempenho econômico. Mas o medo do apagão persiste.

Além de atuar na expansão do sistema elétrico nacional, esse engenheiro planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica (potência e energia). Também tem a possibilidade de especializar-se em eletrônica (computação, microeletrônica, circuitos integrados e telecomunicações) e é habilitado a especificar, construir e aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial. Trabalha em qualquer indústria que empregue ou construa componentes eletroeletrônicos: de fábricas de celulares e aparelhos de infraestrutura de telecomunicações a operadoras de sistemas de comunicação.

O profissional pode, ainda, atuar em fábricas de motores e geradores e em empresas prestadoras de serviços em computação. O especialista em engenharia biomédica, por sua vez, administra a operação e a manutenção de equipamentos eletrônicos em hospitais e clínicas.

Mercado de Trabalho

O mercado de transmissão e distribuição de energia elétrica está em alta de norte a sul do país. Enquanto concessionárias e empresas de energia como a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), a Eletropaulo e a Bandeirantes investem no aumento da eficiência energética, construtoras como Camargo Correa e Andrade Gutierrez executam obras para comportar o crescimento do setor. Tanto nas companhias energéticas como nas empreiteiras, os graduados são bastante requisitados.

O engenheiro eletricista é requisitado para estudar fontes alternativas de energia, como a solar e a eólica. Outros dois campos em ascensão são as áreas de telecomunicações e Tecnologia da Informação (TI), aquecidos em função da chegada da TV digital ao país e ao uso das redes elétricas para a transmissão de dados.

Salário médio inicial: R$ 2.500

O Curso

Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais divertida fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano. A duração média do curso é de cinco anos.

O que você pode fazer?

Automação
Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial.

Eletrônica
Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por rádiofreqüência, entre outros.

Eletrotécnica (potência e energia)
Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar e dar manutenção a redes de alta tensão.

Engenharia biomédica
Especificar e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir e fazer a manutenção de equipamentos.

Instrumentação
Projetar e desenvolver equipamentos para realização de medidas, registro de dados e atuadores.

Microeletrônica
Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros.

Telecomunicações
Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.


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