Enade 2009


Resumos - UFV 2010

» Paraísos Artificiais, de Paulo Henriques Britto.
» Sagarana, de Guimarães Rosa.

Palavra do Professor

"Aprender é descobrir aquilo que você já sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você!"


"Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes!"

- Paulo Freire

"Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço!"

- Dave Weinbaum

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância!"

- Sócrates

"Triste não é mudar de idéia. Triste é não ter idéia para mudar!"

- Francis Bacon

ENADE 2009

Enade 2009: será universal

     A partir de 2009, o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudante) será universal e não mais amostral. Todos os alunos ingressantes e concluintes dos cursos de graduação que fazem parte das áreas avaliadas na edição, farão a prova. O Enade, componente curricular obrigatório dos cursos de graduação, é realizado em ciclos avaliativos com duração de três anos. Desta forma, as 23 áreas de conhecimento avaliadas em 2008, por exemplo, só serão novamente avaliadas em 2011.

     A mudança metodológica foi anunciada pelo presidente do Inep/MEC, Reynaldo Fernandes. Segundo ele, a adequação está prevista na lei que instituiu o Enade, a lei do Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior). “Esta lei faculta a utilização do procedimento estatístico amostral ou universal”, explicou.

     Conforme Fernandes, a alteração atende aos pedidos das Instituições de Ensino Superior (IES), que solicitavam ampliação do número de alunos que prestam o exame, em razão do surgimento de novos indicadores educacionais calculados a partir das médias do Enade, como IGC (Índice Geral de Cursos de Graduação) e CPC (Conceito Preliminar de Curso). “O Enade sempre foi um exame seguro metodologicamente. Ao torná-lo universal, estamos atendendo aos pedidos das instituições e investindo na credibilidade do instrumento”, afirmou.

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     “Esta mudança, certamente, acabará com aquela reclamação de alunos que questionavam por que alguns de seus colegas eram selecionados para a prova e outros não”, afirmou o coordenador do Enade, Webster Spiguel Cassiano.

     De acordo com o presidente do Inep, operacionalmente a mudança vai auxiliar o trabalho do instituto já que não será mais necessário montar amostras. Para garantir a segurança estatística, as amostras eram montadas com grande rigor, o que levava a um percentual bastante alto: entre 60% e 65% do total de estudantes ingressantes e concluintes dos cursos eram selecionados para o exame.

     Com a universalização, o custo do exame aumentará em 30%, prevê o presidente do Inep. A edição 2008, última amostral, custou R$ 25 milhões. Se tivesse sido universal, teria custado R$ 34 milhões. Nessa edição foram avaliados 24.842 cursos de 2.367 instituições.

     A prova é igual para ingressantes e concluintes do mesmo curso. São considerados ingressantes aqueles alunos que, até o dia 1º de agosto, concluíram entre 7% e 22% da carga horária total do curso. E, concluintes, os que, na mesma data, cumpriram pelo menos 80% da grade curricular ou estão em vias de concluir o curso.

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