1. Acidentes Nucleares
O mais recente acidente nuclear aconteceu no sábado, dia 12 de março de 2011, no Japão. Na ocasião, houve uma explosão no reator 1 da usina nuclear de Fukushima. O acidente recebeu grau 4 de magnitude (que vai até 7), o que significa “com consequências locais”.
O contato contínuo à radiação causa danos aos tecidos vivos, tendo como principais efeitos a leucemia, tumores, queda de cabelo, diminuição da expectativa de vida, mutações genéticas (a taxa de mutações é diretamente proporcional à dose de radiação recebida pelo organismo – e se tais mutações ocorrem nas células germinativas, poderão ser transmitidas aos descendentes por várias gerações) , lesões a vários órgãos e, em casos de exposição a doses muito altas, morte.
Um grave isótopo radioativo é o estrôncio 90 (Sr90) , liberado em testes nucleares e em vazamentos de usinas. Esse isótopo, com uma meia-vida de 29 anos, acumula-se ao longo da cadeia alimentar (veja matéria sobre bioacumulação) e, como apresenta um comportamento químico muito semelhante ao cálcio, instala-se nos ossos e afeta a medula óssea, tecido em que são produzidas as células sanguíneas. A consequência é a leucemia.
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Impacto dos Acidentes Nucleares