UFJF: “Identidade negra nos movimentos culturais” é tema de live nesta terça, 30

Por Atualizado em 30/06/2020 8:50

O Grupo de Estudos e Pesquisas em Africanidades, Imaginário e Educação (Anime) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) realiza nesta terça-feira, dia 30, às 17h30, transmissão ao vivo, no Instagram. O tema da live é “A Identidade Negra nos Movimentos Culturais: Hip-Hop e Bailes Blacks”, e tem como convidado a professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT), João Batista de Jesus Félix.

Este será o quarto encontro virtual promovido pelo grupo de pesquisa neste mês. Siga o Anime no Instagram e no Facebook.

João Félix é doutor e mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), onde desenvolveu a tese “Hip Hop Cultura e Política no Contexto Paulistano” e a dissertação “Chic Show e Zimbabwe e a Construção da Identidade nos Bailes Black Paulistanos”, defendidas em 2006 e 2000, respectivamente. O pesquisador também integra a Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN). É Conselheiro Fiscal da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), e foi professor da Educação Básica na Rede Municipal de São Paulo e Diretor de Imprensa do Conselho Nacional de Cineclubes.

Educação em interface com os estudos da Filosofia Africana

Julvan Oliveira: “O Anime pesquisa a educação em interface com os estudos da filosofia africana e do imaginário africano”

O Anime é coordenado pelo professor da Faculdade de Educação e diretor de Ações Afirmativas da UFJF, Julvan Moreira de Oliveira. “Com a suspensão das atividades presenciais da UFJF, em função da pandemia causada pelo novo coronavírus, esses encontros virtuais têm uma importância de manter as pessoas do grupo interligadas e, para além disso, em formação na temática das africanidades”, explica Oliveira.

O pesquisador acrescenta que o objetivo do Anime é refletir e pesquisar a educação em interface com os estudos da Filosofia Africana e do imaginário africano, desenvolvidos em África e na Diáspora.

“Desse modo, pretende-se fortalecer os direitos da população negra e as ações educativas no combate ao racismo e às discriminações, compreendendo as africanidades presentes na cultura brasileira”, ressalta.

Neste mês, as lives do grupo de pesquisa já abordaram as seguintes temáticas: “As Guerreiras da Sala de Aula: empoderamento de estudantes negras/os na escola pública”; “Filosofia africana e o projeto identitário”, “Saberes ancestrais femininos na Filosofia Africana”. Todo o conteúdo está disponível na íntegra nas redes sociais do Anime.

Com informações da UFJF.


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