Jovem Aprendiz: Quem pode participar, direitos, jornada e como funciona o programa
O programa Jovem Aprendiz funciona como uma das principais portas de entrada para jovens no mercado de trabalho formal brasileiro.
Criado para incentivar a inclusão social, o programa permite conciliar trabalho remunerado, formação profissional e permanência na escola.
A iniciativa atende adolescentes e jovens que buscam o primeiro emprego com direitos garantidos pela legislação trabalhista.
Além da experiência prática, o Jovem Aprendiz oferece capacitação teórica, acompanhamento educacional e desenvolvimento de competências profissionais.
Empresas de médio e grande porte participam do programa, cumprindo cotas obrigatórias previstas na legislação vigente.
Essa estrutura garante oportunidades reais de aprendizado e inserção profissional desde os primeiros anos da vida laboral.
Quem pode participar do programa Jovem Aprendiz?
Para ingressar no Jovem Aprendiz, o candidato deve ter idade entre 14 e 24 anos, conforme a lei.
Jovens que ainda não concluíram o ensino médio precisam estar matriculados e frequentando a escola regularmente.
O objetivo é assegurar que o trabalho não comprometa a formação educacional durante o período do contrato.
Não há exigência de experiência profissional anterior, o que amplia o acesso ao primeiro emprego formal.
Empresas realizam processos seletivos próprios, considerando perfil, disponibilidade e interesse do candidato.
A seleção costuma priorizar estudantes em situação de vulnerabilidade social, reforçando o caráter inclusivo do programa.
A jornada de trabalho do Jovem Aprendiz é definida por lei e respeita limites específicos de carga horária.
Quem não concluiu o ensino fundamental pode trabalhar até 6 horas diárias, sem horas extras.
Já jovens com ensino fundamental concluído podem cumprir até 8 horas por dia, incluindo teoria e prática.
Essa organização permite equilíbrio entre trabalho, estudo e atividades de formação profissional.
O contrato de aprendizagem possui duração máxima de dois anos e registro obrigatório em carteira de trabalho.
Durante o contrato, o aprendiz recebe salário proporcional às horas trabalhadas, nunca inferior ao salário mínimo-hora.
Entre os direitos garantidos estão férias remuneradas, que devem coincidir, sempre que possível, com férias escolares.
O Jovem Aprendiz também tem direito ao 13º salário, vale-transporte e depósito de FGTS com alíquota reduzida.
Esses benefícios asseguram proteção social e introduzem o jovem às regras do mercado de trabalho formal.
A formação teórica ocorre em instituições qualificadas, enquanto a prática é desenvolvida dentro da empresa contratante.
Esse modelo fortalece o aprendizado e prepara o jovem para desafios reais do ambiente profissional.
Grande parte dos cursos é oferecida por entidades do Sistema S, reconhecidas pela qualidade do ensino técnico.
As aulas abordam conteúdos como ética profissional, comunicação, organização, segurança e noções administrativas.
Além do Sistema S, existem instituições credenciadas pelo Ministério do Trabalho aptas a oferecer formação teórica.
Essas alternativas ampliam o acesso ao programa, especialmente em municípios com menor oferta de cursos profissionalizantes.
Participar do Jovem Aprendiz contribui diretamente para o desenvolvimento de responsabilidade e autonomia profissional.
A experiência adquirida pode facilitar a efetivação na empresa ou a conquista de novas oportunidades futuras.
O programa se consolida como estratégia importante para reduzir o desemprego juvenil e estimular a qualificação profissional.
Para muitos jovens, o Jovem Aprendiz representa o primeiro passo para uma carreira sólida e planejada.
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