As cláusulas relativas, ou relative clauses, são estruturas gramaticais fundamentais em inglês que fornecem informações adicionais sobre um substantivo. Elas são essenciais no aprendizado do idioma e especialmente relevantes para estudantes que se preparam para vestibulares e o ENEM, onde a análise de textos e a identificação de elementos gramaticais são frequentemente exigidas. Compreender as cláusulas relativas ajuda os alunos a construir frases mais complexas e precisas, enriquecendo sua habilidade de comunicação e interpretação de textos.
Este tópico é dividido em duas categorias principais: defining relative clauses (cláusulas relativas definidoras) e non-defining relative clauses (cláusulas relativas não definidoras). Ambas têm funções distintas e suas diferenças são cruciais para a correta utilização dessas estruturas em contextos formais e informais.
As defining relative clauses são usadas para fornecer informações essenciais que definem o substantivo que estão modificando. Sem essa cláusula, a frase perderia clareza ou precisão, pois não saberíamos a qual elemento específico ela se refere.
Nestes exemplos, as cláusulas relativas (“that I borrowed from you” e “who exercise regularly”) definem especificamente quais livros e quais pessoas estão sendo mencionados. A omissão da cláusula tornaria a frase ambígua ou incompleta.
Os pronomes relativos mais comuns utilizados em cláusulas definidoras são who, which, that, whose, e where. Cada um deles tem uma função específica e seu uso correto é essencial:
As non-defining relative clauses são utilizadas para adicionar informações extras sobre um substantivo que já está claramente definido. Essas cláusulas não são essenciais para a compreensão da frase; a informação adicional pode ser omitida sem prejudicar o significado geral.
Nos exemplos acima, as cláusulas “who lives in New York” e “which is the capital of England” adicionam informações complementares, mas a frase principal ainda faz sentido se essas cláusulas forem removidas.
Uma diferença importante entre as cláusulas definidoras e não definidoras é o uso de vírgulas. As non-defining clauses sempre devem ser precedidas e seguidas por vírgulas, enquanto as defining clauses não utilizam vírgulas:
Para formar cláusulas relativas, os alunos devem ter em mente algumas regras básicas:
Durante a preparação para o ENEM e vestibulares, os estudantes devem ficar atentos a como as cláusulas relativas são utilizadas em contextos textuais. Aqui estão algumas dicas para ajudá-los a identificar e entender essas estruturas:
As cláusulas relativas são uma parte integral da gramática inglesa, afetando a clareza e a concisão da comunicação. Compreender como usá-las corretamente não só ajuda em exames como o ENEM, mas também é vital na vida diária, especialmente em contextos acadêmicos e profissionais.
Em geral, a habilidade de articular pensamentos complexos por meio do uso de cláusulas relativas é um reflexo do domínio do idioma. Por exemplo, em redações e artigos acadêmicos, a utilização correta dessas estruturas é frequentemente esperada e valorizada.
Autoras relevantes na área de linguística e gramática inglesa, como Michael Swan e Raymond Murphy, oferecem valiosas informações sobre o uso de cláusulas relativas em seus respectivos livros. Estudar suas obras pode proporcionar uma compreensão mais profunda e técnica sobre o tema.
Para fixar o aprendizado, os alunos são incentivados a realizar exercícios sobre cláusulas relativas. Aqui estão algumas sugestões:
Por meio da prática e do entendimento das cláusulas relativas, os estudantes serão capazes de aprimorar suas habilidades na língua inglesa, aumentando suas chances de sucesso em provas e avaliações.
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