Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos - Encceja 2019
Para quem busca a certificação do ENCCEJA – Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, a redação é uma etapa decisiva. O participante deve elaborar um texto dissertativo-argumentativo respeitando a estrutura exigida e abordando o tema proposto com argumentos consistentes e solução clara para o problema discutido.
Essa produção textual precisa apresentar coesão, coerência e uso correto da norma padrão da língua portuguesa. A clareza na argumentação e a proposta de intervenção que respeite os direitos humanos são critérios fundamentais para alcançar a pontuação máxima.
A avaliação da redação considera cinco competências, cada uma com nota de até dois pontos, totalizando 10 pontos. É essencial demonstrar domínio da escrita formal, capacidade argumentativa e uso de repertório sociocultural pertinente ao tema.
Entre os principais fatores de sucesso estão a estrutura bem definida, a abordagem crítica do tema e uma conclusão que aponte uma solução prática. Esses aspectos diferenciam uma redação mediana de uma nota máxima.
O Inep divulga editais e provas anteriores que são recursos úteis para treino. A análise desses materiais ajuda a entender o perfil da banca e os tipos de temas abordados. Isso permite ao candidato se preparar de maneira mais estratégica.
Além disso, praticar a escrita com regularidade e revisar os textos produzidos são hábitos que potencializam o aprendizado. Estudar atualidades e refletir sobre questões sociais também contribuem para o repertório argumentativo.
O texto deve seguir a estrutura em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução, é necessário apresentar o tema e expor a tese. O desenvolvimento deve conter dois parágrafos com argumentos baseados em dados, fatos ou exemplos. A conclusão deve trazer uma proposta de intervenção viável e detalhada.
A proposta de intervenção deve responder a quatro perguntas: o que será feito, quem fará, como será feito e com qual objetivo. A solução deve ser clara, viável e estar alinhada com os direitos humanos.
Evitar erros comuns é essencial. Fugas ao tema, desrespeito aos direitos humanos, entrega de texto com menos de 15 linhas ou escrita ilegível podem levar à nota zero. Manter coesão e coerência entre as ideias é fundamental.
Para treinar, utilize provas anteriores do ENCCEJA ou do ENEM. Temas como violência, racismo, educação e saúde são frequentemente cobrados e bons para treinar argumentos consistentes.
Outra dica é montar um cronograma de estudos com pelo menos um dia da semana dedicado à redação. Ler jornais, artigos de opinião e textos acadêmicos também melhora o vocabulário e o senso crítico.
A revisão do texto é etapa obrigatória. Após escrever, verifique se há repetições, se a argumentação é lógica e se a linguagem segue a norma culta. Se possível, peça a um professor ou colega para dar feedback.
Entre os temas mais comuns no ENCCEJA estão cidadania, ética, mobilidade urbana, meio ambiente e inclusão social. Estar por dentro de assuntos atuais e saber articulá-los com repertórios como Constituição, leis e autores é um diferencial.
A apresentação visual da redação também conta. Use letra legível, mantenha organização nas margens e evite rasuras. Um texto limpo transmite mais segurança ao corretor e reforça a seriedade do candidato.
Com planejamento, prática e atenção aos critérios da banca, é possível alcançar nota máxima na redação e garantir a certificação desejada.
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